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Cães marinheiros
O #NaVaranda apresenta nova edição com o curta-metragem Cães Marinheiros da artista visual Janaina Wagner. Nele, paisagens desmanchadas, de minúsculas cidades amazônicas, são acompanhadas do conto homônimo do poeta português Herberto Helder, que dá título ao filme. Na confluência do rio Negro com o rio Jaú, na Amazônia, existem ruínas de uma pequena cidade chamada Airão. Fundada por missionários portugueses no ano de 1694, Airão concentrou toda a produção de borracha da região e após um rápido e insustentável crescimento econômico, seguido da decadência do Ciclo da Borracha, a cidade faliu. <a href="http://ccparque.com/caes-marinheiros/" class="ml-2 strong-font">+</a>
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Cães marinheiros
O #NaVaranda apresenta nova edição com o curta-metragem Cães Marinheiros da artista visual Janaina Wagner. Nele, paisagens desmanchadas, de minúsculas cidades amazônicas, são acompanhadas do conto homônimo do poeta português Herberto Helder, que dá título ao filme. Na confluência do rio Negro com o rio Jaú, na Amazônia, existem ruínas de uma pequena cidade chamada Airão. Fundada por missionários portugueses no ano de 1694, Airão concentrou toda a produção de borracha da região e após um rápido e insustentável crescimento econômico, seguido da decadência do Ciclo da Borracha, a cidade faliu. <a href="http://ccparque.com/caes-marinheiros/" class="ml-2 strong-font">+</a>
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Epifania, Epifanias
No primeiro #NaVaranda do ano, o radioartista Julio de Paula apresenta sua vivência junto às festas tradicionais do ciclo do natal (ou do solstício de verão) e seus desdobramentos pela América Latina no vídeo-relato “Epifania, Epifanias”, de 2021. Tendo em vista o pensamento decolonial, o trabalho busca reviver o rito, reaprender conceitos originais do bem-viver e, consequentemente, uma reconexão com o mundo natural. Não perca esse relato epifânico! <a href="http://ccparque.com/epifania-epifanias/" class="ml-2 strong-font">+</a>
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Epifania, Epifanias
No primeiro #NaVaranda do ano, o radioartista Julio de Paula apresenta sua vivência junto às festas tradicionais do ciclo do natal (ou do solstício de verão) e seus desdobramentos pela América Latina no vídeo-relato “Epifania, Epifanias”, de 2021. Tendo em vista o pensamento decolonial, o trabalho busca reviver o rito, reaprender conceitos originais do bem-viver e, consequentemente, uma reconexão com o mundo natural. Não perca esse relato epifânico! <a href="http://ccparque.com/epifania-epifanias/" class="ml-2 strong-font">+</a>
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Negociação
Esta edição do programa é um exercício experimental de Ana Matheus Abbade e Flora Leite, negociando palavras, sons e imagens. Partindo da própria ideia de comunicação e de sua relação como interlocutoras, as artistas procuram assim estabelecer uma paralaxe: como produzir um trabalho que está entre dois olhares, dois tempos, duas distâncias? A bateria de visualidades é constituída no momento específico do diálogo, a reciprocidade e o silêncio. Se, por um lado, parte da afinidade, simultaneamente sustenta a tensão da diferença entre esses mesmos olhares, modos de compreensão e de produção. <a href="http://ccparque.com/negociacao/" class="ml-2 strong-font">+</a>
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Negociação
Esta edição do programa é um exercício experimental de Ana Matheus Abbade e Flora Leite, negociando palavras, sons e imagens. Partindo da própria ideia de comunicação e de sua relação como interlocutoras, as artistas procuram assim estabelecer uma paralaxe: como produzir um trabalho que está entre dois olhares, dois tempos, duas distâncias? A bateria de visualidades é constituída no momento específico do diálogo, a reciprocidade e o silêncio. Se, por um lado, parte da afinidade, simultaneamente sustenta a tensão da diferença entre esses mesmos olhares, modos de compreensão e de produção. <a href="http://ccparque.com/negociacao/" class="ml-2 strong-font">+</a>
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Laços transatlânticos capturados na Terra como morada
Nesta quarta participação no #NaVaranda, a artista visual e professora de artes Renata Felinto aborda o trabalho de outra jovem artista fora do eixo Sudeste-Bahia, a goiana Hariel Revignet. Suas pesquisas perpassam o feminismo negro para atravessar o decolonial, buscando afirmar um possível lugar afro-diaspórico-ameríndio a partir de anseios ancestro-futurísticos. Neste episódio intitulado Laços transatlânticos capturados na Terra como morada, Felinto contextualiza o processo de formação populacional do Estado de Goiás e da trajetória de Revignet, que é filha de gabonês com brasileira e viveu parte da infância no Gabão. <a href="http://ccparque.com/lacos-transatlanticos-capturados-na-terra-como-morada/" class="ml-2 strong-font">+</a>
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Laços transatlânticos capturados na Terra como morada
Nesta quarta participação no #NaVaranda, a artista visual e professora de artes Renata Felinto aborda o trabalho de outra jovem artista fora do eixo Sudeste-Bahia, a goiana Hariel Revignet. Suas pesquisas perpassam o feminismo negro para atravessar o decolonial, buscando afirmar um possível lugar afro-diaspórico-ameríndio a partir de anseios ancestro-futurísticos. Neste episódio intitulado Laços transatlânticos capturados na Terra como morada, Felinto contextualiza o processo de formação populacional do Estado de Goiás e da trajetória de Revignet, que é filha de gabonês com brasileira e viveu parte da infância no Gabão. <a href="http://ccparque.com/lacos-transatlanticos-capturados-na-terra-como-morada/" class="ml-2 strong-font">+</a>