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OFICINAS EDUCATIVAS DE JULHO
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Nos sábados e domingos de julho, o programa No Quintal oferece oficinas criativas voltadas a todos os públicos, sem necessidade de experiência prévia nas técnicas abordadas. A programação começa com a oficina O livro que não existe: criação de livro de artista (dia 4), que propõe um espaço de experimentação visual na confecção de uma obra própria.
Na sequência, a Oficina de cianotipia: as plantas do meu quintal (dias 11 e 12) convida o público a explorar os jardins da Casa em um percurso de observação e coleta para a criação de impressões em tecido e papel. Encerrando a programação, a atividade Comer o tempo: oficina de criação de biscoito (18 e 19) propõe uma vivência lúdica na qual os participantes poderão criar palavras, desenhos e pequenas imagens em uma superfície doce.
As oficinas são abertas a todas as idades e não exigem experiência prévia nas técnicas abordadas. A participação é gratuita, sujeita à lotação do espaço.
O programa No Quintal é realizado com recursos da Lei Rouanet, Ministério da Cultura, com patrocínio do banco BV, Laranjinha e Banco Itaú, apoio de Casal Garcia e Interfood e apoio de mídia de Catraca Livre.
Saiba mais detalhes sobre a programação:
O LIVRO QUE NÃO EXISTE: CRIAÇÃO DE LIVRO DE ARTISTA
Nesta oficina de criação de livros de artista, o livro é entendido como um espaço de experimentação. A partir de diferentes estações, que exploram desenho, escrita, colagem, dobra, transparência, coleta e outras ações, cada participante irá produzir páginas que, ao final, serão incorporadas ao seu próprio livro de artista.
OFICINA DE CIANOTIPIA
Nesta oficina, os participantes são convidados a explorar os jardins da Casa de Cultura do Parque em uma investigação sensível da natureza. Ao longo desse percurso, serão selecionadas folhas, texturas e flores para a criação de impressões em tecido e papel.
COMER O TEMPO: OFICINA DE CRIAÇÃO DE BISCOITO
Nesta oficina, o tempo não é medido, mas devorado. Os participantes são convidados a criar palavras, desenhos e pequenas imagens usando uma superfície doce. A proposta brinca com a ideia de passatempo: uma distração divertida e, ao mesmo tempo, algo passageiro. Entre o jogo de escrita e desenho e o ato de comer, a atividade transforma a criação em uma experiência que desaparece na boca.